Miguel Azevedo Peres tem uma das poucas casas do país que respeita o princípio “nose to tail”. Tanto é um restaurante para almoços honestos como para tainadas das antigas, tanto é para beber um copo e petiscar como é para aquelas mariscadas breves de final de dia antes de recolher a casa. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso). O responsável por esse feito é João Frazão, que se apresentou publicamente como concorrente do Masterchef em 2022.
Marido e filho na sala, irmãs a contribuir na rectaguarda – sobretudo nas sobremesas. Das entradas às sobremesas, o difícil é deixar passar alguma coisa. Há ainda saladas frescas, sopas clássicas e reconfortantes e sobremesas típicas. Na Rua de Santa Catarina, mas longe da balbúrdia do turismo, a chef abriu o seu restaurante de paredes de pedra, luz suave e sofás aconchegantes para receber os clientes como se estivessem em sua casa. Pagam-se 22,50€ e come-se o que se quiser (com bebidas, café e sobremesas incluídas, o preço fica nos 32,50€).
O chef encarou o desafio de frente e hoje tem nas mãos um dos mais entusiasmantes restaurantes de alta-cozinha na cidade. O espaço é pequeno e descontraído, mas convém fazer reserva. Para ambos está prevista a harmonização, a partir de uma carta de vinhos cuidada e que foi sempre um dos cartões de visita da casa. Das mãos https://tribunasportsbar.pt/ do chef saem pratos como o vol-au-vent de lavagante e moleja ou o pithivier de novilho e trufa.
Destaques
Aqui, a comida dá muita energia, sempre com pratos do dia de raiz africana, da moqueca à moamba, com passagem por Portugal (atenção ao arroz de pato de fusão cabo-verdiana ou às iscas de porco). O restaurante fica nas Laranjeiras e aos almoços enche-se de uma clientela fiel que vai de escriturários a atletas do Benfica e do Sporting. Do Wagyu “floco de neve” à entranha Black Angus, passando por cortes de porco, cordeiro e marisco, o menu é uma aula carnívora. Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando.
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A comida é de tacho, de forno e a conta é sempre certa, 25€, com bebida, café e diferentes entradas incluídas e sobremesa – uma fartazana! Sem qualquer pretensiosismo e com toda a simpatia, o casal natural de Ponte da Barca recebe-nos como se da família fizéssemos parte – e a magia é que isto vale tanto para clientes de sempre como para alguém que ali chega pela primeira vez. Pelas suas ruas estreitas e casas coloridas, pelos miradouros com vistas de cortar a respiração, pelas galerias cheias de arte antiga e contemporânea, pelos jardins e museus, e pelos restaurantes com comida tradicional ou do mundo.
O Palacete Severo, inaugurado no final de 2024, é um dos mais bonitos espaços do Porto. Entre eles está a katsu sando, preparada com porco, sauerkraut, mostarda e brioche e uma nova versão do smørrebrød, uma tosta aberta com salmão, abacate e ovo, em pão de centeio. Com a mudança, o projecto criado pelos irmãos Patrícia e Emanuel Sousa tem mais espaço, uma carta recheada de novidades, incluindo pizzas, e um horário alargado.
O destaque, ainda assim, vai para a parede do fundo da sala que, bem colorida, está pintada de animais, plantas e folhas verdes, e formas e elementos que remetem para a restante decoração. O projecto, idealizado pelo agente musical Rodrigo Balona, oferece um ambiente acolhedor, onde a direcção da cozinha cabe ao chef David da Conceição. As margaritas podem ser de lima, manga, maracujá ou morango e há ainda sangrias, vinhos, mojitos e cervejas, bem como opções sem álcool, como o mocktail de goiaba. Do Mex Factory ficou o ringue de boxe no meio da sala e especialidades como o guacamole, a tostada de atún e os churros com doce de leite. Ao jantar, as opções ganham outra substância com pratos de conforto que vão dos aromáticos pad thais aos caris, amiúde pontuados por subtis piscares de olho ao receituário nacional. O novo espaço, que inclui um terraço com vista de rio, funciona agora de forma ininterrupta.
- No Cibû, o restaurante do chef Hugo Portela, em Leça da Palmeira, faz-se uma cozinha moderna, criativa, mas com uma orientação bem portuguesa e com um vincado apelo à memória.
- Quatro anos depois, o chef subiu a parada e inaugurou nas Antas um fine dining (ou fire dining, se preferir) que é a evolução do primeiro.
- Instalado no coração do Chiado, no histórico espaço que outrora acolheu a perfumaria David & David e a primeira loja A Vida Portuguesa, o Isabella é um restaurante sóbrio e acolhedor integrado no Flora Chiado Apartments.
Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
Esta dualidade de experiências sugere que o serviço de mesa pode ser inconsistente, dependendo do dia, da hora e, possivelmente, da equipa em funções. Alguns clientes descreveram o serviço como "mal organizado e lento", e há até um relato mais antigo de uma primeira impressão tão negativa que levou o cliente a abandonar o estabelecimento antes mesmo de fazer o pedido. Esta variedade sugere que o espaço é igualmente adequado tanto para uma refeição completa, como o almoço e jantar, como para um final de tarde mais descontraído a partilhar algumas iguarias.
Com um serviço seguro, há dois menus de degustação disponíveis, de cinco e de sete momentos, com algumas opções à carta para completar a experiência. A sala apresenta uma decoração moderna e cosmopolita onde terá o prazer de colecionar agradáveis momentos e experiências gastronómicas. Decoração brutal, carnes de excelente qualidade, sobremesas incríveis e um atendimento e simpatia excepcionais! Nas sobremesas, a amêndoa, um produto característico da região, é a estrela, presente em criações como o bolo inglês e as queijadas. Dos pequenos-almoços de hotel onde tem direito a espéctaculo de showcooking aos cafés mais pequeninos com opções minimalistas ou nórdicas e espaços para os miúdos correrem e brincarem.
Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer. É “a” tasquinha para comer caracóis nos meses em que os rastejantes dão o ar da sua graça, mas é também o sítio certo para comer um bife à casa com batatas fritas, pregos, iscas, costeletas de borrego ou arroz de lingueirão. Cresceu no espaço, no pessoal e nos preços, mas não perdeu a alma de casa de pasto. Ao almoço funciona com menu e 12€ incluem o couvert, o prato, a sobremesa, a bebida e o café – há sempre três opções, uma de carne, outra de peixe e um consensual bitoque (já por lá comemos uma açorda com cavala alimada, um arroz de polvo e até uma cabidela). Foi o casal, vindo de Monção, que abriu o restaurante apostado em servir o melhor da sua região.
A PSP está a tentar identificar os elementos da claque benfiquista No Name Boys que no sábado à noite deflagraram engenhos pirotécnicos num restaurante em Sintra, uma ocorrência que resultou em ferimentos num polícia, foi hoje anunciado. Avenida da Liberdade é sinónimo de compras de luxo e, durante alguns dias, também equivale a boa música, mas quando a fome aperta,… Simples, com recheios clássicos ou opções mais… Cura para constipações e ressacas, aconchego em dias frios, complemento em dias quentes, comida de conforto. São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo.
De portas abertas há menos de um ano em Lisboa, o Encanto de José Avillez e o Kabuki, que tem na cozinha o chef Paulo Alves, conquistaram a… Com o intuito de atender os sócios e os turfistas frequentadores do hipódromo, negociamos um acordo com o Grupo Irajá, capitaneado pelo renomado chef Pedro de Artagão. Era desejo dos sócios reestabelecer os serviços no local, o que foi também objeto de promessa específica quando na eleição da atual administração. Vimos à sua estimada presença para esclarecer as mudanças na alocação de mesas e frequência do 3° andar da nossa Tribuna Social.
